Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Por Bárbara Libório e Luiz Fernando Menezes

6 de abril de 2018


Faltando 1.000 dias de mandato, o prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) deixa nesta sexta-feira (6) seu cargo na para dedicar-se à campanha a governador. Ele deixa ao seu sucessor, o vice-prefeito Bruno Covas, a tarefa de seguir com um plano de metas com 53 promessas. Aos Fatos checou 37 delas e constatou que 35 ainda não foram alcançadas. Dentre elas, nenhuma das áreas de desenvolvimento econômico e gestão, desenvolvimento institucional e desenvolvimento urbano e meio ambiente foram alcançadas.

Dentre as tarefas de Covas estão transformar 45 CEUs (Centros de Artes e Esportes Unificados) em pólos de inovação em tecnologias educacionais e práticas pedagógicas — em um ano, Doria só transformou um dos 46 projetados —, entregar 23,2 mil unidades habitacionais - em um ano, foram entregues apenas 1,8 mil — e reformar 188 equipamentos públicos — em 2017, foram reformados 12.

Outro lado. Procurada, a prefeitura afirmou que, conforme informado no Planeja Sampa, onde Aos Fatos verificou as informações apontadas, o programa de metas é o instrumento que organiza, de forma clara e transparente, as prioridades da prefeitura nos quatro anos de mandato.

Afirmou que a criação de vagas em creche é a prioridade da gestão, e que a estratégia tem gerado "mercas históricas". Também disse que estão em processo de implantação medicas como novos Laboratórios de Educação Digital) em todas as 562 Escolas de Ensino Fundamental da rede municipal, além dos CEUs. Sobre as unidades habitacionais, a Secretaria Municipal de Habitação e a Cohab-Sp informaram que o universo de mais de 40 mil moradias em estágios mais avançado de contratação, em obras ou já concluídas, permitem à Prefeitura trabalhar com relativa margem de segurança em relação à meta proposta para construção de moradias até 2020".


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